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1 de julho de 2017 / rafaelti

PHP 7 – Classes anônimas

O suporte a classes anônimas foi adicionado utilizando new class. Isso pode ser utilizado no lugar de definições completas de classes para objetos descartáveis.

<?php interface Logger { public function log(string $msg); } class Application { private $logger; public function getLogger(): Logger { return $this->logger;
    }

    public function setLogger(Logger $logger) {
         $this->logger = $logger;
    }
}

$app = new Application;
$app->setLogger(new class implements Logger {
    public function log(string $msg) {
        echo $msg;
    }
});

var_dump($app->getLogger());
?>

O exemplo acima irá imprimir:

object(class@anonymous)#2 (0) {
}

A documentação completa pode ser encontrada na referência de classes anônimas.

20 de junho de 2017 / rafaelti

PHP 7 – Declarações de tipo de retorno

O PHP 7 adiciona o suporte a declarações de tipo de retorno. Similar as declarações de tipo de argumento, as declarações de tipo de retorno especificam o tipo do valor que será retornado por uma função. Os mesmos tipos estão disponíveis para declarações de tipo de retorno, assim como para declarações para tipo de argumentos.

<?php

function arraysSum(array ...$arrays): array
{
    return array_map(function(array $array): int {
        return array_sum($array);
    }, $arrays);
}

print_r(arraysSum([1,2,3], [4,5,6], [7,8,9]));

O exemplo acima irá imprimir:

Array
(
    [0] => 6
    [1] => 15
    [2] => 24
)

A documentação completa, assim como exemplos de declarações de tipo de retorno pode ser encontrada na referencia declarações de tipo de retorno.

1 de junho de 2017 / rafaelti

PHP 7 – Operador “nave espacial” (spaceship)

O operador nave espacial é utilizado para comparação entre duas expressões. Retornará respectivamente -1, 0 ou 1 quando $a for menor que, igual a, ou maior que $b. As comparações são feitas de acordo com a já conhecida regras de comparação de tipos do PHP.

<?php
// Integers
echo 1 <=> 1; // 0
echo 1 <=> 2; // -1
echo 2 <=> 1; // 1

// Floats
echo 1.5 <=> 1.5; // 0
echo 1.5 <=> 2.5; // -1
echo 2.5 <=> 1.5; // 1

// Strings
echo "a" <=> "a"; // 0
echo "a" <=> "b"; // -1
echo "b" <=> "a"; // 1
?>
25 de maio de 2017 / rafaelti

PHP 7 – Declarações de tipos escalares

Declaração de tipos escalares vem em dois sabores: coercivo (padrão) e restrito. Para parâmetros, os seguintes tipos podem ser forçados (tanto coercivamente quanto rigorosamente): strings (string), inteiros (int), números ponto-flutuante (float), e booleanos (bool). Eles incrementam os tipos introduzidos no PHP 5: nomes de classe, interfaces, array e callable.

<?php
// Modo coercivo
function sumOfInts(int ...$ints)
{
    return array_sum($ints);
}

var_dump(sumOfInts(2, '3', 4.1));

O exemplo acima irá imprimir:

int(9)

Para habilitar o modo rigoroso, uma simples diretiva declare deve ser colocada no topo do arquivo. Isso significa que a rigorosidade de tipificação para escalares é configurada por arquivo. Esta diretiva não afeta somente as declarações de tipo de parâmetros, mas também do tipo de retorno de funções (veja declaração de tipo de retorno), funções internas do PHP e funções de extensões carregadas.

A documentação completa e exemplo de declarações de tipo escalar pode ser encontrada na referência de declaração de tipo.

9 de junho de 2016 / rafaelti

Hello World com Oracle PL/SQL

Objetivo

Criar o primeiro script PL/SQL

Plataforma

Oracle SQL Developer

Conhecimento

Oracle SQL Developer e SQL

Introdução

Script para BD é uma poderosa ferramenta para automatizar rotinas e trabalhar de forma rápida em reparos. O PL/SQL é uma robusta linguagem de script que pode salvar algumas horas de trabalho.

Solução

Faremos o Hello World no PL/SQL. No Sql Developer é necessário ativar a Saída Dbms/Output Dbms, ambos, script e saída dbms, devem estar na mesma conexão.

DECLARE
   messageoutput VARCHAR2(20);     
BEGIN
  messageoutput := 'Hello World';
  dbms_output.put_line(messageoutput);
END;
7 de junho de 2016 / rafaelti

Laço com PL/SQL

Objetivo

Criar laço no script PL/SQL

Plataforma

Oracle SQL Developer

Conhecimento

Oracle SQL Developer e SQL

Introdução

Uma das funções importantes das linguagens de programação é a criação de laço. A dinâmica do funcionamento dos laços no PL/SQL é um pouco peculiar.

Solução

Faremos o laço no PL/SQL. No Sql Developer é necessário ativar a Saída Dbms/Output Dbms, ambos, script e saída dbms, devem estar na mesma conexão.

DECLARE
    type tarray is table of varchar(20) index by pls_integer;
    datasetitem tarray;
    i integer;
    dsindex integer;
BEGIN

  FOR i IN 1..20
  LOOP
     datasetitem(i) := 'Item na posição:'||i;
  END LOOP;
  
  dsindex := datasetitem.first;
  LOOP
    EXIT WHEN dsindex is null;
    dbms_output.put_line(datasetitem(dsindex));
    dsindex := datasetitem.next(dsindex);
  END LOOP;  
END;
20 de outubro de 2015 / rafaelti

Gerar Sitemap com PHP e SimpleXMLElement

Objetivo

Criar sitemap dinâmico com SimpleXMLElement

Plataforma

Linux, php

Conhecimento

php

Introdução

SimpleXMLElement não permite incluir NameSpace de uma forma trivial. Como o exemplo abaixo.

//xmlns:mobile="http://www.google.com/schemas/sitemap-mobile/1.0" 
$url->addChild('mobile:mobile');

O NameSpace mobile não renderiza desta forma.

Solução

Para apresentar o NameSpace mobile é necessário usar um hack

$url->addChild('hack:mobile:mobile');

Exemplo completo fica como código abaixo

	$urlset = new \SimpleXMLElement('<urlset xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9" xmlns:mobile="http://www.google.com/schemas/sitemap-mobile/1.0" xmlns:image="http://www.google.com/schemas/sitemap-image/1.1" xsi:schemaLocation="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9 http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9/sitemap.xsd" />');
        /***
		
		Some code
		***/

        foreach ($rows as $row) {

            $url = $urlset->addChild('url');

            $url->addChild('loc', $this->url()->fromRoute('product/id', array('title' => StringUtil::toAscii($row['description']), 'id' => $row['id']), array('force_canonical' => true)));
            $url->addChild('hack:mobile:mobile');
            $image = $url->addChild('hack:image:image'); //, 'http://www.google.com/schemas/sitemap-image/1.1');
            $image->addChild('hack:image:loc', $row['url_image']); //, 'http://www.google.com/schemas/sitemap-image/1.1');
            $image->addChild('hack:image:title', htmlspecialchars($row['description'], ENT_QUOTES, "UTF-8")); //, 'http://www.google.com/schemas/sitemap-image/1.1');
            $image->addChild('hack:image:caption', htmlspecialchars($row['description'], ENT_QUOTES, "UTF-8")); //, 'http://www.google.com/schemas/sitemap-image/1.1');


            $url->addChild('lastmod', date_format(date_create($row['updated']), 'Y-m-d\TH:i:s\+00:00'));
            $url->addChild('changefreq', 'monthly');  //weekly etc.
                
        }
		
		$response = $this->getResponse();
        $response->getHeaders()->addHeaderLine('Content-Type', 'text/xml; charset=utf-8');       
        $response->setContent($urlset->asXML());

        return $response;
7 de agosto de 2015 / rafaelti

Primeiro job com Beanstalk e ZF2

Objetivo

Criar jobs através do ZF2

Plataforma

Linux, php, zf2, beanstalk

Conhecimento

Linux, php, zf2

Introdução

Após instalar o Beanstalk agora é hora de integrar o ZF2 e automatizar a criação de jobs.

Solução

Utilização do SlmQueue especificamente SlmQueueBeanstalkd, com o composer para instalação é o jeito mais fácil. Ao instalar SlmQueueBeanstalkd via composer automaticamente instala suas dependências.

Inserir os módulos no application.config.php

'SlmQueue' ,
'SlmQueueBeanstalkd',

Após a instalação copiar os arquivos slm_queue.global.php e slm_queue_beanstalkd.local.php para o Autoload.
Minha configuração ficou

//slm_queue.global.php
return array(
 'slm_queue' => array(
  ///
  //Configurações
  //
 'job_manager' => array(
 'invokables' => array(
 'Application\Job\PrintHelloWorldJob' => 'Application\Job\PrintHelloWorldJob',
 ),
 ),
 'queue_manager' => array(
 'factories' => array(
 'default' => 'SlmQueueBeanstalkd\Factory\BeanstalkdQueueFactory'
 )
 ),

 ),
);

E

//slm_queue_beanstalkd.local.php
return array(
'slm_queue' => array(
 /**
 * Configuration for Beanstalkd
 */
 'beanstalkd' => array(
 'connection' => array(
 /**
 * Connection host
 */
 'host' => '0.0.0.0',

 /**
 * Connection post
 */
 'port' => 11300,

 /**
 * How long, in seconds, the socket will wait for the server to respond to its
 * initial connection attempt
 */
 'timeout' => 2
 ),
 ),
 ),
);

Job Hello World

namespace Application\Job;

use SlmQueue\Job\AbstractJob;
use SlmQueue\Queue\QueueInterface;

class PrintHelloWorldJob extends AbstractJob
{
 public function execute()
 {
 echo "Hello World \n";
 }
}

Colocando um job na fila.

 public function queueAction() {
 $response = $this->getResponse();
 $job = $this->getServiceLocator()->get('SlmQueue\Job\JobPluginManager')->get('Application\Job\PrintHelloWorldJob');

 $queue = $this->getServiceLocator()->get('SlmQueue\Queue\QueuePluginManager')->get('default');
 $queue->push($job);
 return '';
 }

Ao acessar http://localhost/proj/queue
Resultado

rafael@ubuntu:/var/www/html/proj$ php public/index.php queue beanstalkd default
Hello World 

Hello World
23 de abril de 2015 / rafaelti

Queue com Beanstalk

Objetivo

Trabalhar com mensageria com o Beanstalk e definir as primeiras queue.

Plataforma

Linux, python

Conhecimento

Linux, python

Introdução

Para escalar serviço uma ótima solução é a utilização de Queue, o Beanstalk é uma ferramenta muito versátil.

Solução

A instalação é através(muitas vezes) do gerenciador de pacotes.

Para iniciar o serviço definindo o endereço e porta

# Utilização: beanstalkd -l [ip address] -p [port #]
beanstalkd -l 127.0.0.1 -p 11301 &

Alguns comandos disponíveis

# To start the service:
service beanstalkd start

# To stop the service:
service beanstalkd stop

# To restart the service:
service beanstalkd restart

# To check the status:
service beanstalkd status

Testando o Beanstalk com python

pip install pyyaml
pip install beanstalkc

Interpretador python

rafael@ubuntu:~$ python
Python 2.7.6
[GCC 4.8.2] on linux2
Type "help", "copyright", "credits" or "license" for more information.
>>> import beanstalkc
>>> beanstalk = beanstalkc.Connection(host='localhost', port=11301)
>>> beanstalk.put('job_one')
1
>>> job = beanstalk.reserve()
>>> job
<beanstalkc.Job object at 0x7f60d28fb790>
>>> beanstalk.use('tube_a')
'tube_a'
>>> beanstalk.tubes()
['default', 'tube_a']
>>> print job.body
job_one
>>> beanstalk.tubes()
['default', 'tube_a']
>>> print job.body
job_one
>>> job.delete()
>>> print job.body
job_one
>>> print job.body

1 de abril de 2015 / rafaelti

LLVM – Primeiro pass

Objetivo

Criar o primeiro pass no LLVM

Plataforma

C/C++, LLVM e linux

Conhecimento

C/C++, LLVM e linux

Introdução

O pass do LLVM é parte fundamental para o compilador. Com os passes podemos otimizar e transformar os códigos.

Solução

No primeiro exemplo não utilizarei o hello world proposto na página do LLVM, utilizarei um exemplo do Prof. Fernando(sem autorização dele é claro, mas é para um bem maior). Este pass conta a quantidade de opcodes no programa.

Primeiro devemos criar o nosso pass, criei no diretório /llvm/lib/Transforms/CountOP

//CountOp.cpp
define DEBUG_TYPE "opCounter"
#include "llvm/Pass.h"
#include "llvm/IR/Function.h"
#include "llvm/Support/raw_ostream.h"
#include <map>
using namespace llvm;
namespace {
 struct CountOp : public FunctionPass {
	std::map<std::string, int> opCounter;
	static char ID;
	CountOp() : FunctionPass(ID) {}
	virtual bool runOnFunction(Function &F) {
		errs() << "Function " << F.getName() << '\n';
		for (Function::iterator bb = F.begin(), e = F.end(); bb != e; ++bb) {
			for (BasicBlock::iterator i = bb->begin(), e = bb->end(); i != e; ++i) {
				if(opCounter.find(i->getOpcodeName()) == opCounter.end()) {
					opCounter[i->getOpcodeName()] = 1;
				} else {
					opCounter[i->getOpcodeName()] += 1;
				}
			}
		}
		std::map <std::string, int>::iterator i = opCounter.begin();
		std::map <std::string, int>::iterator e = opCounter.end();
		while (i != e) {
			errs() << i->first << ": " << i->second << "\n";
			i++;
		}
		errs() << "\n";
		opCounter.clear();
		return false;
	}
 };
}
char CountOp::ID = 0;
static RegisterPass<CountOp> X("opCounter", "Counts opcodes per functions");

Agora precisamos do nosso makefile

##===- lib/Transforms/Hello/Makefile -----------------------*- Makefile -*-===##
#
#                     The LLVM Compiler Infrastructure
#
# This file is distributed under the University of Illinois Open Source
# License. See LICENSE.TXT for details.
#
##===----------------------------------------------------------------------===##

LEVEL = ../../..
LIBRARYNAME = CountOp
LOADABLE_MODULE = 1

include $(LEVEL)/Makefile.common

Ao executar o make será retornado

rafael@ubuntu: /opt/llvm/lib/Transforms/CountOp$ make
llvm[0]: Compiling CountOp.cpp for Release+Asserts build (PIC)
llvm[0]: Linking Release+Asserts Loadable Module CountOp.so

Nosso Pass está pronto.

Segundo passo é o código alvo, ou seja, o código que o pass utilizará para produzir os resultados desejados. Este pode ficar em qualquer lugar.

//teste.c
#include <stdio.h>
int main() {
  int c1 = 17;
  int c2 = 25;
  int c3 = c1 + c2;
  printf("Value = %d\n", c3);
}

Precisamos transformar nosso código em bytecodes com o comando abaixo

clang -c -emit-llvm teste.c -o teste.bc

Agora rodamos o pass obre o bytecode

opt -load CountOp.so -opCounter -disable-output teste.bc

O resultado

Function main
add: 1
alloca: 3
call: 1
load: 3
ret: 1
store: 3